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Sex, 11 de Fevereiro de 2011 00:00 |
A criação do Plano Real e a estabilização da moeda, ainda na década de 90, foram os passos iniciais para uma trajetória ascendente na economia brasileira.
Desde então, avançamos muito — e isso é fato mesmo que ainda não seja possível dizer ao certo como o País sairá da crise que assola todo o mundo. Hoje temos um sistema consolidado, um mercado interno gigantesco, e crescente graças ao ganho de poder de compra das classes C, D e E; indicadores econômicos bastante satisfatórios e empresas que competem — e vencem — em mercados globais altamente competitivos, marcados pelo uso intensivo de tecnologia.
Em contrapartida, há setores fundamentais para o Pais nos quais as carências ainda são enormes. Infelizmente, o saneamento é uma dessas áreas. Ainda não conseguimos, como Nação, universalizar o acesso à água tratada e à coleta e tratamento de esgoto, benefícios essenciais para a manutenção da saúde pública, a defesa do meio ambiente e o desenvolvimento econômico e social de nossos municípios.
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Última atualização em Ter, 07 de Junho de 2011 11:55 |
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Investimentos no Saneamento Básico |
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Escrito por Administrator
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Sex, 11 de Fevereiro de 2011 00:00 |
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Nos Anos 80 o Brasil investiu o equivalente a 0,28% do Produto Interno Bruto em saneamento Basico. Entre 1991 e 94 o indice caiu para 0,13% do PIB. Mais recentemente, entre 2001 e 2003, o valor dos gastos na área cresceu, alcançando 0,18% do PIB. Para garantir a espansão e universalização dos serviços no País, porem, todos os anos deveriam ser aplicados no setor recursos equivalentes a pelo menos 0,6% da riqueza nacional.
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Última atualização em Qua, 16 de Fevereiro de 2011 14:05 |
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O diagnóstico é preocupante |
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Qua, 20 de Agosto de 2008 10:11 |
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No estudo Apoio ao Setor de Sanemaento, publicado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ex-gerente do Departamento de Saneamento e Transporte da Área de Inclusão da entidade, Mario Miceli, lista o que seriam as caracateristicas do quadro técnico-econômico-jurídico-institucional do setor de saneamento.
- Indicadores de desempenho insatisfatórios, excesso de contingente de pessoal, gestão inadequada e frequente ingerência política na administração das companhias concessionárias estaduais.
- Reduzida cobertura/atendimento às camadas de renda mais baixa.
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Última atualização em Qua, 16 de Fevereiro de 2011 13:52 |
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Sáb, 07 de Julho de 2007 09:54 |
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Antes de analizar casos especificso, vale a pena dar uma olhada nos reultados ja alcançados pela atuação privada no saneamento. E uma boa forma de avaliar a situação é ouvindo os clientes das concessionárias privadas. Foi o que fez o IBOPE em pesquisa que acompanha estudo do Ministério das Cidades sobre a participação privada no saneamento.
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Última atualização em Qua, 16 de Fevereiro de 2011 14:03 |
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Escrito por Administrator
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Sáb, 07 de Julho de 2007 09:54 |
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Durante décadas houve praticamente um consenso no Brasil quando o assunto era saneamento básico. Pela opnião dominante, principalmetne as obras de esgoto sanitário nãi saíam do papel porque, enterrados, os canos não renderiam votos aos gestores públicos. Á primeira vista, essa idéia faz muito sentido. Analizada mais a fundo, porém, a afirmação apresenta algumas fragilidades.
Nos ultimos anos a população passou a valorizar cada vez mais a oferta de serviços de saneamente. Hoje também não há mais dúvidas sobre a importancia dessas obras para a proteção do meio ambiente e a promoção da saúde pública, temas que estão no topo das preocupações da sociedde. Na prática, portanto, fica mais difícil afirmat que investir em água e esgoto não seja interessante para um administrador público.
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Última atualização em Ter, 15 de Fevereiro de 2011 19:08 |
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